segunda-feira, 6 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
Mamãe Coragem
Passei o dia sem internet, e quando consegui acessar, tinha tanto email e spam pro Dia das Mães, que foi um prazer deletar tudo! Daí fui pesquisar cartões. Em português, espanhol e francês, as melosidades de sempre. Os americanos têm alguns irreverentes, e alguns não irreverentes, mas até bem bonitos, como este aqui de cima.
Anthony Perkins de Norman em Psicose é muito charmoso, né não? E é bem inteligente usá-lo!Tarantino e seus vilões é ideia muito engraçada, hehehe... Mãe de bandido é personagem de grande força narrativa, no Brasil.
E até mães de outro mundo! Havia alguns de mau gosto, também, mas esses é melhor ignorar.
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datas especiais
sábado, 4 de maio de 2013
A lista ocupa o lugar da janela...
* Antes de viajar, tem que fazer a listinha... Não posso esquecer nada, e o mais importante são os presentes. Estes vão primeiro, mas ainda falta comprar dois. Faço isso na segunda, pois hoje não tou com vontade. A mala está aberta sobre a cama, e vou colocando as coisas lá: sempre esqueço os chinelos, e a filha calça número bem maior. Assim, chinelos na mala...
Roupa não me preocupa muito, porque é lavar e duas horas depois - ou quase isso - tá seco. Bermudas, camisetas leves, duas calças pra ir a locais com ar condicionado (shoppings, cinemas), com uma blusa melhor. O resto é roupa de praia! Sandália vou comprar lá, porque tem ofertas o ano todo, de todos os tipos, e a Cristina gosta de correr loja e escolher.
Escolha difícil: que livros levar? Só um pro avião (são três horas de Sampa a JP), leve de carregar e leve de ler. Os outros prefiro ir comprando lá, na Saraiva do Manaira. Vivo dizendo que gostaria que o que via em Jeannie é um gênio fosse possível: ela cruzava os braços na frente do peito, piscava ... e estava lá, e voltava pra cá. Ai, quem me dera! Num piscar de olhos, exatamente. Estar lá é bom, estar em casa de volta também, mas esses 'entretanto' de aeroporto são de lascar!
* Num dos prédios em frente criança conversava com a mãe, e não sei bem o que dizia, mas me despontou cançãozinha da infância: somos filhos de um rei/ somos netos de um barão... Devagarinho fui lembrando dela toda: que anjos são esses/ que tanto me arrodeiam/ de noite e de dia/ padre nosso, ave maria.// Somos filhos de um rei/ somos netos de um barão/vamos todos se esconder/ lá debaixo do porão! Só Nair lembrava, Joaquina não. As cantigas de roda da infância, as brincadeiras de pular corda... Saí rindo: daqui a pouco me lembrarei de período intrauterino, hehehe...
* Olhem só o que me aconteceu: no caixa de autoatendimento do BB, agendei o condomínio, cuja data é dia 5. Imprimi o comprovante, pus junto, os dois sobre a bolsa que estava no balcão, na frente da máquina. Pois ele foi escorregando, e se enfiou justamente no vão entre a máquina e o balcão, caindo lá pra trás... Não deu tempo nem de piscar! Tive que entrar na agência, pedir socorro pro Doutel, meu gerente de conta, o pobre, que informou que só o gerente da agência e o caixa encarregado entram ali. Imprimiu segunda via pra mim, e já sabe que tou viajando, façam o favor de guardar boleto e comprovante, que pegarei depois. Já viram coisa mais ridícula? Mas a conta tá paga, é o que interessa...
* Pros de boa memória como a Jeanne: o kobo (e-book) a Cris levou para experimentar, e tá lá com ela. Trago de volta, mas tenho que me virar sem ele, na subida, hehehe...
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diário da Trindade
Quase de férias
Me diverti procurando imagens para ilustrar a saída de férias. Todas estas servem!
Mas Mafalda é inigualável, né não? E irresistível!
As sandálias havaianas estão em muitas das imagens, parecem o VERDADEIRO símbolo das férias pros brasileiros.
Um coco verde geladinho numa mesinha em palhoça de praia é o que há de bom! Tudo na doce brisa nordestina...
As sandálias havaianas estão em muitas das imagens, parecem o VERDADEIRO símbolo das férias pros brasileiros.
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brincadeirinhas
Vai dar chuva?
Foto de Cristiano Estrela para a RBS - por de sol em Floripa na sexta-feira.
A previsão é de frente fria, e portanto chuva no sábado. Vam'ver. A seca tá braba, mas o pessoal adora. Quero ver na hora em que se começar a racionar água, e a faltar luz.
Ali na frente do condomínio ao lado e do BB da Lauro Linhares mina água da calçada faz uma semana. Avisada desde o início, a CASAN não deu as caras. O pessoal anda pê da cara!
A previsão é de frente fria, e portanto chuva no sábado. Vam'ver. A seca tá braba, mas o pessoal adora. Quero ver na hora em que se começar a racionar água, e a faltar luz.
Ali na frente do condomínio ao lado e do BB da Lauro Linhares mina água da calçada faz uma semana. Avisada desde o início, a CASAN não deu as caras. O pessoal anda pê da cara!
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diário da Trindade
Finanças internacionais podem ser transparentes?
(Usar a caixa de Pandora como ilustração é ótimo!)
Artigo de Ladislau Dowbor, economista, professor da PUC-SP, no Outras Palavras tá muito bom. Aqui abaixo, um trecho:
O primeiro grande estudo que surge, o do Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica (ETH, na sigla alemã), apresentou dados impressionantes: ao analisar o sistema de controle nas 43 mil maiores corporações do mundo, constatou que 737 grupos controlam 80% do universo corporativo e, destes, um núcleo particularmente fechado de 147 controla 40%. Três quartos dessas corporações são da área financeira. O estudo conclui que, com esse grau de concentração, falar em “mercado” no sentido de concorrência faz pouco sentido. Confirma o conceito de “clube dos ricos”. Não precisa inventar teorias conspirativas para entender que um grupo tão pequeno e com interesses convergentes “faz” o mercado e cria, pela força política que representa, as suas regras, entre as quais, evidentemente, a redução da transparência.
Um segundo estudo importante foi coordenado por James Henry, ex-economista-chefe da McKinsey, no quadro da Tax Justice Network. Cruzando dados de fluxos registrados ou parcialmente registrados nas diversas fontes, bancos centrais, bancos privados, administradores de grandes fortunas e outros, o estudo identificou as ordens de grandeza do dinheiro em paraísos fiscais, portanto fruto de evasão fiscal, de lavagem de dinheiro de drogas, venda ilegal de armas, corrupção e semelhantes. O resultado da pesquisa aponta para dinheiro ilegal acumulado entre US$ 21 trilhões e US$ 32 trilhões, ou seja, entre um quarto e um terço do PIB mundial. A participação brasileira é estimada em US$ 520 bilhões, cerca de um quarto do PIB do país. No seu número de 15 de fevereiro de 2013, a revista The Economist publica um dossiê sobre esses recursos, adotando a cifra de US$ 20 trilhões como estimativa mais provável. E expande a pesquisa de James Henry, apontando para os principais paraísos fiscais: não são as Ilhas Cayman e semelhantes, mas o Estado de Delaware e a praça de Miami, nos Estados Unidos, e a praça financeira de Londres. E a gestão está nas mãos dos grandes bancos internacionais, basicamente os mesmos analisados pelo estudo do Instituto Federal Suíço.
Artigo completo AQUI.
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Quem sabe um dia a gente entende
Elefante branco, um filmaço
O nosso elefante branco foi o H.U. Durante anos ficou sua carcaça ali, apodrecendo, até que campanha de que participou muita gente conseguiu sua conclusão. Mas não se criou favela ao redor, pois não tinha como...
Co-produção argentina, espanhola e francesa, com bom elenco, bem dirigido, numa coisa que os argentinos estão com mais sorte que nós: os roteiros. Padres progressistas tentam concluir a obra do hospital, ao mesmo tempo em que pensam em moradias mais estáveis para os favelados. Lidam com seus problemas: violência, drogas, ao mesmo tempo em que precisam também lidar com seus problemas pessoais. A favela é barra pesada, com dois traficantes lutando pela hegemonia do fornecimento, e a polícia entrando de vez em quando e atirando pra todo lado. Já vimos este filme!
Sem tecer comentários, mostra padre Julián (Darín) solicitando a liberação de material e verbas para o Arcebispado, o bispo prometendo, para no fim ele descobrir que quem NÃO libera nem material nem dinheiro é justamente a Igreja. Boa política, né? Mantém os padres esquerdistas ocupados, sem incomodar o "lado que conta" da sociedade... Luciana, a assistente social (Martina Gusmán) e o padre belga ( Renier) se apaixonam, vivem seu romance sem grandes dramas - achei as cenas de sexo gratuitas. Os dois são bonitos, de fato, mas mostrar as preliminares seria suficiente, né não? A gente entenderia o que vem depois.
Nos filmes falados em espanhol é sempre engraçado o uso do palavrão, porque "hijo de puta" vira "filho da mãe", o que é ridículo! E tem muito "hijo de puta" no filme. Custei pra pegar, pois está sempre alocado, mas ontem dei sorte. Vi na prateleira, peguei correndo, e prometi devolver hoje. E valeu a persistência em procurar, muito, muito bom! Talvez até porque me demonstre que há um ramo da Igreja Católica que merece respeito! Meio inocentes úteis, creio, mas CRISTÃOS...
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filme cabeça
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Parabéns, filha!
O moço tá chegando aí com as superflores, tá? (Brincadeirinha!)
Parabéns pela aprovação de saída pra pós-doc. Bem sei que demorou e foi sofrido, mas o prêmio tá aí!
beijão.
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parabéns
Um holandês irreverente
Já tinham ouvido falar? Nem eu! Parece interessante. (É alguém que diz : a realeza é a nova vaca sagrada da Holanda...) E tem dois livros traduzidos no Brasil... Está em Buenos Aires, para a Feira do Livro, com o lançamento de tradução de livro seu.
VIERNES, 3 DE MAYO DE 2013
LITERATURA › ENTREVISTA AL ESCRITOR HOLANDES ARNON GRUNBERG
“Exploro la realidad antes de escribir”
El autor presentará hoy su novela El refugiado en la Feria del Libro. Polémico y provocador, suele crear personajes que persiguen empresas desmesuradas, imposibles.
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outras leituras
Uma quinta só de encontros
Saí de casa a pé, logo após meio-dia. Tinha coisa pra resolver na Caixa Econômica, e às vezes demora muito o atendimento, de modo que achei de bom alvitre (argh! que expressão mais antiga!) ir cedo, devagar e aproveitando a caminhada. Sol e calor, um picolé (pecado venial, pecado venial!) pra aliviar.
Na CEF demorou mais porque o sistema andava de jegue, e a atendente ria: nós folgamos ontem, ele ficou com raiva! Decidido ali, fui ao Shopping Trindade, dar passadinha na Rosa, da Branca Confecções. As lãs de que eu precisava para terminar duas blusas eram de outra partida, mas cismei de fazer um colete cinza com gaitas coloridas, cada uma de uma cor, modelo da Labores del hogar, e essas lãs comprei dela. Tenho duas brincadeiras com ela: uma, é entrar cantando Ari, "eu, heim, Rosa?". Outra é chamá-la de Branca Rosa. Como ela gosta, repito sempre, hehehe...
Como faltou lã, dei pulinho na Kock Presentes, e achei. Daí o fervo do almoço tinha diminuído, e fui comer um sanduba ali no Berinjela, no Max & Flora. Escolhi um München, Munique em alemão, e caprichei na pronúncia, esclarecendo que não sabia pronunciar direito, mas a garçonete - muito séria - corrigiu: mun-tchem, e virou espanhol, hehehe... O sanduíche é uma delícia, mussarela de búfala com tomate cereja assadinho e salada de alface (separada) no pão australiano artesanal e molho pesto. Comi nem metade, com imenso prazer, e embrulharam o resto pra eu trazer. ("Embrulharam" é inadequado: colocam na embalagem, portanto "embalam". Todos dizem assim, hehehe, é mais soft!)
(Aliás, o sanduba tava prometendo ser bom, o ambiente é legal, peguei cadernetinha na bolsa e escrevi SEIS parágrafos inteirinhos do Pinguim Imperador! Parei apenas porque precisa entrar sua majestade, a imperatriz, e não me lembro de como ela é...).
Olhei todas as vitrinas, passei em todos os corredores, e fui encontrando gente: Heleninha e amiga na lavanderia self service (muito bem montada), não lavando roupa, mas tomando café com a dona, que é amiga das duas. Estão assanhadíssimas as duas - Heleninha e amiga no. 1 - porque estão indo a Dubai. No corredor principal, Giovani da B.U., ex-aluno do Jornalismo, sentado num banco. Tinha saído da lotérica, arrumava seus boletos... Sentei do lado: puxa, que bom, precisava falar contigo, mesmo, e economizo ida à B.U. Nisso, Samuca passa ao lado, na companhia de aluna - tou indo a JP, lhe disse. E ele: pois eu tou indo a Natal. Eu ri: Natal só tem areia! Pensei melhor: areia e surfista, tem muito surfista...
Mas consegui acertar os ponteiros com Giovani, fiquei de lhe passar os dados que pediu por email, hoje mesmo. Não posso esquecer. Colegas professores, ex-pró-reitora, encontrei montes deles por lá. E fechei a tarde na podóloga, Mírian, que riu um bocado com minhas histórias. E como a Cléia não atendia ninguém, naquele momento, fiquei soltinha e à vontade, sem mais ninguém pra ouvir as besteiras, hehehe.
Voltei a pé, carregando as lãs e o sanduba na bolsa, louca pra chegar em casa e tomar um café. Daí fui assistir ao 5o. episódio da terceira temporada de Game of thrones. Antes de entrar em casa, tinha conversado com o pessoal do condô, todos muito abalados ainda pelo suicídio da Paulinha. Tristeza, credo. A mãe dela está na casa da irmã, ainda dopada, ainda só falando disso. Tem que deixar gastar, né?
Hoje tenho dentista, e vou pegar calça na oficina de roupa - só mesmo eu, né, diriam os azedos, pra comprar roupa nova e fazer dieta. Mas quando comprei a roupa não estava decidida a fazer dieta com tanta motivação... E não vou deixar de aproveitar o ímpeto só pra não perder a roupa, façam-me o favor!
Ah, lembrei: acabei de ler A vela do demônio, da norueguesa Karin Fossum, livro que, mesmo sendo policial, tem muito de horror, sem entrar no sobrenatural, apenas em loucura e maldade humanas. Bom, muito bom!
E pra não dizer que não falei das flores: o cano da pia da cozinha furou, pode?! Não dá pra viver de poesia, hehehe, com água suja vazando ali, e tendo que ir lavar a louça suja no tanque, hehehe. E toca a andar atrás do zelador!
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